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Cuidado com o
chiclete
Ficar mastigando chicletes é uma mania que atinge
principalmente crianças e adolescentes. Por isso os pais
devem ficar atentos aos exageros e cobrar certas
atitudes dos filhos que gostam de utilizar este produto.
Por exemplo: depois de mascar o chiclete, é importante
escovar os dentes, isso porque o açúcar contido no
produto, serve como alimento para bactérias que
atuam na descalcificação dos dentes, provocando o
aparecimento de cáries. Mas mesmo que o chiclete seja
diet, sem a inclusão de açúcar, ele ainda traz outro
risco. E que quando se masca o produto, o organismo
entende que vai haver o início do processo de digestão,
aumentando, portanto a acidez do estômago. Só que como
não vai ser ingerido qualquer alimento, este ácido
atinge as paredes estomacais, podendo gerar gases e até
gastrite.
Os pais devem então ser radicais e proibir que os
filhos masquem chicletes? Bom, isso vai depender de cada
um, mas em princípio, o ideal seria encontrar um
equilíbrio, alertando os pequenos de que o uso em
demasia seria maléfico e procurando dar atenção especial
à escovação dos dentes por aqueles que não dispensam o
chiclete.
Corra pra bem longe da osteoporose
Os indivíduos do sexo masculino, na faixa dos 30 anos
de idade, que correm com regularidade, desenvolvem uma
massa óssea maior e tem menos chance de desenvolver a
osteoporose.
É o que revela uma série de estudos médicos feitos
nos Estados Unidos. Segundo os dados, os homens que
praticam a corrida pelo menos nove vezes por mês,
desenvolvem uma densidade óssea 5% maior do que os que
correm menos e 8% a mais em relação aos que fazem pouco
ou nenhum exercício.
O estudo mostra ainda que não é preciso ser um
“maratonista” para conseguir os benefícios que a corrida
traz. Basta manter a prática de correr, com certa
regularidade.
A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela
perda progressiva da densidade óssea, que ocorre quando
o organismo não é capaz de regular a quantidade de
vitamina D e de minerais como cálcio e fósforo,
encontrados nos ossos. Por Marco de Cardoso
Peixe, o amigo do
coração
Quem tem costume de consumir peixe,
pode estar ajudando a deixar o coração
mais forte. Um estudo feito por
cientistas e médicos da Harvard School
of Public Health, na cidade de Boston
nos Estados Unidos, revelou que as
pessoas que ingeriram peixes, como o
atum,até 4 vezes por semana, diminuíram
em cerca de 27% o risco de infarto. A
pesquisa foi feita durante um período de
12 anos, com um grupo de cerca de 5 mil
pessoas, com idades acima de 65 anos. A
alimentação delas foi monitorada durante
todo este tempo e os pesquisados também
tiveram que responder a diversos
questionários. Os cientistas acreditam
que os bons resultados na prevenção ao
ataque de coração, entre as pessoas que
consumiram peixe, se deve à grande
quantidade do ácido graxo ômega 3 neste
tipo de alimento, que protege os vasos
sanguíneos, ajudando a manter a pressão
arterial em níveis desejáveis.
Mas os pesquisadores alertam que os
bons resultados foram observados somente
entre as pessoas que priorizavam a
ingestão de peixe cozido ou assado,
descartando na maioria das vezes, a
ingestão do peixe frito.
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